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Bem-vindos!

Sejam bem-vindos a este espaço de opiniões e  idéias sobre vida com Deus, família, conversas educacionais entre outros.

Frases sobre VISÃO

Achei muito legal, vale a pena refletir em cada um delas……
 
Nós queremos viver a VISÃO que Deus tem para nossas vidas, família e igreja….
 
“Ver é em si um movimento. A visão é o verdadeiro ritmo criativo. Discernir a qualidade de ritmos é um movimento, e a qualidade essencial da pintura é representação do movimento da visão que opera em objetivar a si mesma rumo a realidade. Isto é o essencial da arte, e sua maior intensidade.”
(Robert Delaunay)

“Se desejas ver, ouça; ouvir é um degrau para a visão.”
(São Bernardo)

“Dai-nos uma visão clara, para que possamos saber onde nos posicionar e o que defender – porque, a menos que defendamos alguma coisa, vamos cair por nada.” (Peter Marshall)

“Visão é a arte de enxergar coisas invisíveis.” (Jonathan Swift)

“O que é visão? É uma imagem compulsiva de um futuro exeqüível.”
(Laura Berman Fortgang)

“Uma visão sem ação não passa de um sonho. Ação sem visão é só um passatempo. Mas uma visão com ação pode mudar o mundo.” (Joel Barker)

“Se a sua visão é para um ano, plante trigo; se a sua visão é para uma década, plante árvores; se a sua visão é para toda a vida, plante pessoas.”
(George Barna)

“Ao ser carente de visão, uma grande parte da verdade fica visível.”
(Sêneca)

“Quando não há visão, o povo não tem freio.” (Textos Bíblicos)

RENDIDO ESTOU

Música linda e com letra preciosa.

Quero estar todos os dias Rendida aos pés do Senhor

 

Rendido Estou

Fernandinho  e Aline Barros

Composição: Sam Knock / Hillsong – Versão: Júlia Peixoto

Toma-me, rendido estou
Aos pés da cruz, me encontrei
O que tenho, te entrego oh Deus

Vem limpar as minhas mãos
Purificar meu coração
Que eu ande em tudo que tu tens pra mim

Uo o o
Eis me aqui, rendido estou
Uo o o
Eu sou teu e tu és meu, Jesus

Meus momentos, e os dias meus
Meu respirar, e meu viver
Que sejam todos, pra oh Deus

Minha vida dou, a ti Senhor
Rendido a ti estou
E pra sempre cantarei
Faz em mim o teu querer

ESCOLHA VIVER !

Texto excelente que foi  postado no Blog: www.seligafamilia.com.br
Claro que, como qualquer texto, algumas coisas discordamos, mas cabe a você – leitor – ler e reter o que é bom. Poderia ter editado o texto e pronto, mas não acho justo com a autora.
Leia sem julgamento e aproveite as sábias sugestões.
Se eu tivesse que escolher uma palavra – apenas uma – para ser item obrigatório no vocabulário da mulher de hoje, essa palavra seria um verbo de quatro sílabas: descomplicar.
Depois de infinitas (e imensas) conquistas, acho que está passando da hora de aprendermos a viver com mais leveza: exigir menos dos outros e de nós próprias, cobrar menos, reclamar menos, carregar menos culpa, olhar menos para o espelho.
Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para chegarmos à tão falada qualidade de vida que queremos – e merecemos – ter.
Mas há outras palavras que não podem faltar no kit existencial da mulher moderna. Amizade, por exemplo. Acostumadas a concentrar nossos sentimentos (e nossa energia…) nas relações amorosas, acabamos deixando as amigas em segundo plano. E nada, mas nada mesmo, faz tão bem para uma mulher quanto a convivência com as amigas. Ir ao cinema com elas (que gostam dos mesmos filmes que a gente), sair sem ter hora para voltar, compartilhar uma caipivodca de morango e repetir as histórias que já nos contamos mil vezes – isso, sim, faz bem para a pele. Para a alma, então, nem se fala. Ao menos uma vez por mês, deixe o marido ou o namorado em casa, prometa-se que não vai ligar para ele nem uma vez (desligue o celular, se for preciso) e desfrute os prazeres que só uma boa amizade consegue proporcionar. E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao seu vocabulário duas palavras que têm estado ausentes do cotidiano feminino: pausa e silêncio. Aprenda a parar, nem que seja por cinco minutos, três vezes por semana, duas vezes por mês, ou uma vez por dia – não importa – e a ficar em silêncio. Essas pausas silenciosas nos permitem refletir, contar até 100 antes de uma decisão importante, entender melhor os próprios sentimentos, reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando é preciso.
Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para o verbo rir. Não há creme anti-idade nem botox que salve a expressão de uma mulher mal-humorada. Azedume e amargura são palavras que devem ser banidas do nosso dia a dia. Se for preciso, pegue uma comédia na locadora, preste atenção na conversa de duas crianças, marque um encontro com aquela amiga engraçada – faça qualquer coisa, mas ria. O riso nos salva de nós mesmas, cura nossas angústias e nos reconcilia com a vida.
Quanto à palavra dieta, cuidado: mulheres que falam em regime o tempo todo costumam ser péssimas companhias. Deixe para discutir carboidratos e afins no banheiro feminino ou no consultório do endocrinologista. Nas mesas de restaurantes, nem pensar. Se for para ficar contando calorias, descrevendo a própria culpa e olhando para a sobremesa do companheiro de mesa com reprovação e inveja, melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de alface e seu chá verde sozinha.
Uma sugestão? Tente trocar a obsessão pela dieta por outra palavra que, essa sim, deveria guiar nossos atos 24 horas por dia: gentileza.
Ter classe não é usar roupas de grife: é ser delicada. Saber se comportar é infinitamente mais importante do que saber se vestir.
Resgate aquele velho exercício que anda esquecido: aprenda a se colocar no lugar do outro, e trate-o como você gostaria de ser tratada, seja no trânsito, na fila do banco, na empresa onde trabalha, em casa, no supermercado, na academia.
E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que deveriam ser indissociáveis da vida: sonhar e recomeçar. Sonhe com aquela viagem ao exterior, aquele fim de semana na praia, o curso que você ainda vai fazer, a promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um dia (quem sabe?) ainda vai ser seu, sonhe que está beijando o Richard Gere… sonhar é quase fazer acontecer. Sonhe até que aconteça. E recomece, sempre que for preciso: seja na carreira, na vida amorosa, nos relacionamentos familiares. A vida nos dá um espaço de manobra: use-o para reinventar a si mesma.
E, por último (agora, sim, encerrando), risque do seu Aurélio a palavra perfeição. O dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades, inseguranças, limites. Pare de brigar com você mesma para ser a mãe perfeita, a dona de casa impecável, a profissional que sabe tudo, a esposa nota mil.
Acima de tudo, elimine de sua vida o desgaste que é tentar ter coxas sem celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam, bumbum que encara qualquer biquíni.
Mulheres reais são mulheres imperfeitas. E mulheres que se aceitam como imperfeitas são mulheres livres. Viver não é (e nunca foi) fácil, mas, quando se elimina o excesso de peso da bagagem (e a busca da perfeição pesa toneladas), a tão sonhada felicidade fica muitomais possível.
Leila Ferreira

Ele Escolheu os Cravos

O que levaria um Pai
A entregar e dar a vida
Do seu próprio filho?
O que levaria um filho
A obedecer seu Pai
Se entregando a morte?
Mesmo sendo Deus se doou
Da cruz não fugiu
Ele me amou de tal maneira
Que escolheu os cravos.

A mão que segurou o martelo
Era a mão de Deus
Os cravos que feriram seu corpo
Eram meus e seus

Música: Fernanda Brum

Li e compartilho…


Certo dia decidi dar-me por vencido.
Renunciei ao meu trabalho, às minhas relações, e à minha fé.
Resolvi desistir até da minha vida.
Dirigi-me ao bosque para ter uma última conversa com Deus.
“Deus, eu disse:
Poderias dar-me uma boa razão para eu não entregar os pontos?”
Sua resposta me surpreendeu:
“Olha em redor Estás vendo a samambaia e o bambu?”
“Sim, estou vendo”, respondi.
Pois bem. Quando eu semeei as samambaias e o bambu, cuidei deles muito bem.
Não lhes deixei faltar luz e água.
A samambaia cresceu rapidamente.
Seu verde brilhante cobria o solo.
Porém, da semente do bambu nada saía.
Apesar disso, eu não desisti do bambu.
No segundo ano, a samambaia cresceu ainda mais brilhante e viçosa.
E, novamente, da semente do bambu, nada apareceu.
Mas, eu não desisti do bambu.
No terceiro ano, no quarto, a mesma coisa…
Mas, eu não desisti.
Mas… no quinto ano, un pequeno broto saiu da terra.
Aparentemente, em comparação com a samambaia, era muito pequeno , até insignificante.
Seis meses depois, o bambu cresceu mais de 50 metros de altura.
Ele ficara cinco anos afundando raízes.
Aquelas raízes o tornaram forte e lhe deram o necessário para sobreviver.
“A nenhuma de minhas criaturas eu faria um desafio que elas não pudessem superar”
E olhando bem no meu íntimo, disse:
Sabes que durante todo esse tempo em que vens lutando, na verdade estavas criando raízes?
Eu jamais desistiria do bambu.
Nunca desistiria de ti.
Não te compares com outros”.
“O bambu foi criado com uma finalidade diferente da samambaia, mas ambos eram necessários para fazer
do bosque um lugar bonito”.
“Teu tempo vai chegar” disse-me Deus.
“Crescerás muito!”
Quanto tenho de crescer? perguntei.
“ Tão alto como o bambu?”foi a resposta.
E eu deduzi: Tão alto quanto puder!
Espero que estas palavras possam ajudar-te a entender que Deus nunca desistirá de ti.
Nunca te arrependas de um dia de tua vida.
Os bons dias te dão felicidade.
Os maus te dão experiência.
Ambos são essenciais para a vida.
A felicidade te faz doce.
Os problemas te mantêm forte.
As penas te mantêm humano.
As quedas te mantêm humilde.
O bom êxito te mantém brilhante.
Mas, só Deus te mantém caminhando…

 

- Aprender é … como quando papai me ensinou a andar de bicicleta. Eu queria muito andar de bicicleta. Então … papai me deu uma bici … menor do que a dele. Me ajudou a subir. A bici sozinha cai, tem que segurar andando…
- Dá um pouco de medo, mas papai segura a bici. Ele não subiu na sua bicicleta grande e disse “ assim se anda de bici” … não, ele ficou correndo ao meu lado sempre segurando a bici … muitos dias e, de repente, sem que eu me desse conta disso, soltou a bici e seguiu correndo ao meu lado. Então eu disse: Ah! Aprendi!
… – Ah! Aprender é quase tão lindo quanto brincar
(Fernandez, 2001 O Saber em jogo )



Este texto tem um encanto simples, mas significativo que relata tantas verdades em poucas palavras. Leio, releio prazerosamente e percebo o quanto é recheado de afetos e ensinamentos.

Fica clara a relação entre a afetividade e o desenvolvimento cognitivo, confirmando que o pensar e o sentir estão intimamente ligados.

Partindo deste ponto, posso afirmar que o vínculo afetivo quando presente, torna diferente a relação do sujeito com o aprender, propicia-lhe a oportunidade de ser visto com competências e olhado com possibilidades e respeito.

Voltou-me com clareza a lembrança de pessoas queridas, que fizeram parte da minha caminhada e tanto acrescentaram em meu saber. A presença de experiências marcantes vividas com meus primeiros ensinantes continua atuando positivamente, reforçando a afirmação de que o vínculo recheado de afeto deixa marcas.

Tenho sido educadora há muitos anos e remetendo-me à esta vivência, percebi que o sentimento de afeto ao qual delego importância influenciou e até mudou minha postura frente ao processo de aprender. Inevitavelmente, fiz uma relação entre a aluna que fui e a professora que sou hoje.

A afetividade no dia-a-dia da sala de aula se reflete na preocupação com os alunos, reconhecendo-os como seres autônomos, mostrando exigências coerentes e uma atitude de confiança e respeito à sabedoria e à condição de aprendiz de cada um. Quantas sutilezas estão contidas no mistério da aprendizagem. A maior delas talvez seja a simples fé de que o aluno vai aprender… e a fé move montanhas.

Tenho visto, entretanto rupturas neste importante vínculo, fruto de algumas posturas imaturas e superficiais na relação professor / aluno, onde o autoritarismo erroneamente confunde o ato de dar uma nota baixa com a postura de um professor exigente.

Será que ser exigente é fazer uso da nota como meio de controlar o aluno?

Será que ainda estamos vivendo na época em que os acertos de contas professor / aluno eram feitos através das notas, que ficavam sob o domínio absoluto da subjetividade de cada professor?

Avaliação e nota de aluno são temas intensamente discutidos nos meios acadêmicos. Ainda não foi encontrada uma forma absolutamente justa de aplicação. A meu ver, devemos ter como termômetro, o olhar focado, para detectar o que o aluno sabe.

Quando isto não ocorre e fatos como os citados acontecem, tiramos dele mais do que as notas no boletim. Tiramos notas da construção, da auto-estima e das possibilidades do indivíduo constituir-se como SER único.

O professor queira ou não, interfere positiva ou negativamente na formação de seu aluno, quando coloca em pauta o seu potencial de aprendiz e fragiliza o vínculo estabelecido nas relações.

A quem caberá recompor estas fraturas?

Em sala de aula, transmitimos mais que palavras; transmitimos também crenças, e conteúdos que vão além das linhas dos livros.

Acredito naquele professor que se envolve afetivamente e se vê como formador, que crê na missão de que ensinar vai além dos conteúdos dos livros didáticos.

Com propriedade, Alicia Fernández e Sara Pain nos dizem que para aprender são necessários dois personagens, o ensinante e o aprendente e um vínculo que se estabelece entre ambos. (FERNÁNDEZ, 1991.p.48)

É fato que a aprendizagem é considerada um processo que engloba os indivíduos em questão como um todo.

É importante que o professor perceba-se como facilitador do processo de aprendizagem, pois, quando a relação que estabelece com seu aluno é pautada no vínculo e no afeto, propicia a ele a oportunidade de: mostrar, guardar, criar, entregar o conhecimento e permite que o outro possa investigar, incorporar e apropriar-se do conhecimento. Desta forma há uma relação que ultrapassa o nível acadêmico e permite que ocorra um olhar diferenciado em direção ao desconhecido.

Quando este olhar permeado de afetos, em que os diferentes vínculos circularam acontece, há espaço para que o aluno seja ativo e autor do próprio conhecimento. Aí sim, há um despertar, uma vontade de apropriar-se do conhecimento. Há então um real aprendizado e o encontro efetivo de quem ensina com quem aprende. Este envolvimento dá a oportunidade para que haja um movimento na direção do desabrochar de cada um.

A esperança é primordial na relação professor / aluno. O olhar com possibilidades à condição de aprender, que vem do afeto responsável, a meu ver é necessário para o encontro do indivíduo com a crença nele próprio (“eu posso”). Este espaço possibilita a circulação do saber em direção à vida e ao desabrochar de cada aluno.

Enfim, para concluir, as relações permeadas pelo vínculo afetivo contribuem para reparar possíveis fraturas no processo de aquisição do conhecimento de cada um dá espaço para que haja um aprendizado que transforma interiormente propiciando a ele o saber fazer e ser atuante com possibilidades de posicionar-se frente a uma sociedade exigente e em constante movimento.

Posso então afirmar que o afeto faz diferença na construção do sujeito e deixa marcas em suas conquistas.

De: Cecília G.M. Faro

O NOME DE DEUS

O Nome de Deus em seu Coração


Torre forte é o nome do SENHOR; para ela correrá o justo e estará em alto retiro. Provérbios 18:10

Quando você estiver confuso acerca do futuro, vá para o Jeová-Raá, seu atencioso pastor. Quando estiver ansioso quanto às provisões, fale com Jeová Jiré, o Senhor da providência. Está sendo desafiado pelos poderosos? Peça ajuda a Jeová-Shalom, o Senhor é paz. Seu corpo está enfermo? Suas emoções abaladas? Jeová-Rafá, o Senhor que cura, o contempla agora. Você se sente como um soldado encurralado atrás das linhas inimigas? Refugie-se em Jeová-Nissi, o Senhor é a minha bandeira.

Meditar acerca dos nomes de Deus lembrará a você as características do Senhor. Pegue estes nomes e guarde-os em seu coração.

Deus é
O Senhor que guia,
O Senhor que provê,
a voz que na tormenta nos traz a paz,
O médico que cura o doente, e
a bandeira que guia o soldado.

de “A Grande Casa de Deus”de  Max Lucado.

Deixo com vocês a excelente letra de uma música da banda Fruto Sagrado, apesar de quase não ouvir este grupo, vale a pena ler a letra e refletir…..

 

De Deus Não Se Zomba

Fruto Sagrado

Composição: Marcão

“Virei-me e vi todos os que estavam sendo oprimidos debaixo do sol, vi as lágrimas dos oprimidos e não havia quem os consolasse, de um lado estavam o poder de seus opressores e não havia quem pudesse confortá-los. São mais felizes os que já morreram do que os que ainda vivem. Melhor do que ambos é aquele que ainda não nasceu, aquele que não viu as obras más que se fazem debaixo do sol. Vi que todo trabalho e toda obra que o homem executa causa inveja no seu próximo. Isto também é vaidade e aflição de espírito”

Que mundo construímos? Quem é o inimigo?
Qual é a nossa religião? Não aprendemos a lição!
Como estamos longe de Deus… caminhamos para trás…
A cada vida ceifada por bombas lançadas daqueles que se dizem cristãos!

Não se engane! O que o homem plantar ele também vai colher!
Por quê? Porque de Deus não se zomba!

E agora? Como falar de paz?

Como impedir a raiva no coração dos oprimidos?
Como colher a paz onde só plantaram a guerra?
Como experimentar o amor de árvores regadas com o ódio?
Criamos lobos e agora queremos viver com ovelhas!
Nos tornamos hedonistas, materialistas, cínicos, geradores de morte,
fome, atraso e injustiça! Progenitores de fanatismos doentes e letais!
Essa é a nossa humanidade! Essa é a nossa civilização!
Parece não haver limites para a irracionalidade humana!
E com certeza não há limites para a justiça de Deus!

Que mundo construímos? Quem é o inimigo?
Qual é a nossa religião? Não aprendemos a lição!
Como estamos longe de Deus… caminhamos para trás…
A cada vida ceifada por bombas lançadas
Daqueles que se dizem cristãos!

Não se engane! O que o homem plantar ele também vai colher!
Por quê? Porque de Deus não se zomba!

NUNCA PARE DE LUTAR!

Em tempo de guerras, nunca pare de lutar, não baixe a guarda, profetiza sem parar!

 

Deixo com vocês um texto muito abençoado que li em um site, em um momento de lutas.

 

Ore e deixe o Espírito falar ao seu coração!

 

Dani Gomes

 

“Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra. Não deixará vacilar o teu pé; aquele que te guarda não tosquenejará. Eis que não tosquenejará nem dormirá o guarda de Israel. O Senhor é quem te guarda; o Senhor é a tua sombra à tua direita. O sol não te molestará de dia, nem a lua, de noite. O senhor te guardará de todo mal; ele guardará a tua alma. O Senhor guardará a tua entrada e a tua saída, desde agora e para sempre” (Salmo 121).
Este é o Salmo 121, é um dos Salmos que mais falam ao coração, porque ele fala de situações bem específicas em nossas vidas, que por vezes, somos levados a passar. Todos nós, de um modo ou de outro, por vezes, nos descobrimos dentro de tais situações.

Ele fala daqueles momentos em que a vida, por assim dizer, se transforma num imenso Grand Canyon. Nós somos surpreendidos por realidades que se parecem com um terrível desfiladeiro. Olhamos à volta e nos vemos encastelados, cercados, entrincheirados pela existência.

A gente tenta descobrir uma saída, uma porta, mas não a enxergamos. Nós olhamos para o alto, não pelo fato de pensarmos de antemão que o nosso socorro vem do alto, mas porque o nosso cerco elevado, as dificuldades são imensas, os obstáculos tão grandes, que para divisar o cimo, o topo destas dificuldades, temos que olhar para o alto mesmo, visto que elas cresceram, tornaram-se maiores que a nossa estatura, agigantaram-se.

E a sensação que temos diante delas, é que não passamos de insetos, gafanhotos, somos prisioneiros desta conjuntura de aprisionamento – quer seja moral, emocional, comportamental, econômicos ou profissional.

O Salmo 121, fala dessas situações de agigantamento das dificuldades, desse estados de cerco, de sítio em que nos vemos não poucas vezes. Ele também nos apresenta razões tremendamente fortes, pelas quais nós podemos crer que em Deus nós encontramos saída para esses momentos, que em Deus nós temos socorro bem presente para estas situações.

Todos que um dia caem na vida – caem, deslizam moralmente, escorregam no limo, no lodo da vida, só caem porque um dia se esqueceram desse versículo 3 do Salmo 121: ” ele não permitirá que os teus pés vacilem.” Pois quem impede de nós cairmos, é Deus.

Talvez você esteja na iminência de cair, sob a ameaça de tomar uma decisão que venha a ser uma ruptura com os melhores vínculos.

Quem sabe você, está hoje no limiar do escorregão, na fronteira da queda e do tombo – tombo moral. Ou esteja na iminência de pisar no limo, no lodo da vida, num processo pecaminoso de escolha errada que só vem para destruir a vida.

Você tem que lembrar deste fato maravilhoso, de que Deus é o nosso socorro moral.

É Deus. Aquele que é poderoso para vos guardar de tropeços e para vos apresentar com exultação, imaculados diante da sua glória. E só quem orar se apropria desse socorro moral. Pense nisso !

 

Crônicas do site: http://www.jesussite.com.br

Um dos meus primeiros trabalhos de iniciação científica foi sobre o bullying, em 2008. Na época, começaram a falar sobre isso com um pouco mais de frequência na mídia, mas mesmo assim quando falava disso eu encontrava muita gente que não sabia do que se tratava.
Hoje, acredito que a divulgação sobre o assunto aumentou, mais livros e artigos foram lançados e a televisão constantemente exibe uma matéria ou noticia um caso sobre isso. A idéia está muito mais difundida no senso comum. No entanto, vejo que muitas pessoas não tem real clareza do que é o bullying, pois algumas utilizam o termo para falar sobre conflitos na escola de uma forma muito geral.
“Brigaram? É bullying!” “Foi xingado? É bullying!”
A coisa não é bem assim.
O conceito de bullying segundo Constantini (2004, p.69) é:
“Trata-se de um comportamento ligado à agressividade física, verbal ou psicológica. É uma ação de transgressão individual ou de grupo, que é exercida de maneira continuada, por parte de um indivíduo ou de um grupo de jovens definidos como intimidadores nos confrontos com uma vítima predestinada.

Não são conflitos normais ou brigas que ocorrem entre estudantes, mas verdadeiros atos de intimidação preconcebidos, ameaças que, sistemativamente, com violência física e psicológica, são repetidamente impostos a indivíduos particularmente mais vulneráveis e incapazes de se defenderem, o que os leva no mais das vezes a uma condição de sujeição, sofrimento psicológico, isolamento e marginalização.”

Não escrevo apenas por ser chata com conceitos, mas também porque me preocupa um pouco que a questão perca um pouco sua validade se for tratada de forma generalizada demais, como por exemplo, a postura de muitas pessoas em achar que toda criança agitada tem Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade e precisa logo tomar uma ritalina.
O fenômeno bullying pode se apresentar na forma de xingamentos, agressões físicas, fofocas, humilhações, perseguições, etc., e pode trazer sérias conseqüencias para todos os envolvidos. Mas, como colocam Guareschi et. al. (2008, p. 48) “o bullying, quando tomado como um fenômeno específico, com características definidas e precisas, pode ser diferenciado de outras formas de violência”. Eventuais conflitos e brigas podem surgir dentro da escola, mas não se constituirem como bullying. Claro, são problemas que precisam ser encarados e resolvidos, mas podem ter outras origens, como um  desentendimento entre dois alunos ou uma discussão sobre o resultado de um jogo na aula de educação física. Já a natureza do bullying é outra: envolve preconceito, abuso de poder, intimidação, perseguição, crueldade e falta de limites. Como possui essas outras conotações, a forma de intervenção também precisa ser mais específica.
Para saber mais sobre o fenômeno, além das referências bibliográficas deste post, recomendo o site: http://www.bullying.pro.br/
Gabriele Albuquerque Silva
Referências bibliográficas

CONSTANTINI, Alessandro. Bullying: como combatê-lo. São Paulo: Itália Nova Editora, 2004.
GUARESCHI, Pedrinho; et. al. Bullying: mais sério do que se imagina. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2008.

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